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Mika Brunold é o novo campeão do Challenger de Roanne. No domingo, 18 de outubro, na final em piso coberto do torneio francês, o suíço derrotou Matteo Martineau por 2-6 7-6(5) 6-1, virando o jogo depois de perder com clareza o primeiro set.
É o segundo título de 2026 para Brunold, que em Tulln, no saibro, já tinha vencido outro Challenger 100, ao bater na final Joao Lucas Reis Da Silva por 6-4 6-3. O torneio de Roanne, iniciado a 12 de outubro, dá 100 pontos ATP ao campeão e 60 ao finalista.
Os pontos notam-se logo no ranking. Brunold, de 22 anos, é agora o 187.º da classificação ATP com 318 pontos e ganhou 149 posições desde 9 de setembro. Logo à frente está Keegan Smith (186.º) com os mesmos 318 pontos, e logo atrás Felix Balshaw (188.º) com menos um: uma lista tão curta muda a cada torneio.
A final teve três rostos. No primeiro set Martineau assumiu o controlo e fechou-o por 6-2, deixando poucas chances a Brunold. O segundo decidiu-se no tie-break, que Brunold ganhou por 7-5, no 7-6(5) que voltou a equilibrar tudo.
O terceiro set foi unilateral, mas no sentido oposto: 6-1 para Brunold, que depois do tie-break deixou a Martineau apenas um jogo. Assim, depois de dois sets com resultados claros, a decisão estava tomada e o título foi para o suíço.
O caminho até ao título foi tudo menos cómodo. Nos oitavos de final Brunold bateu Benjamin Bonzi por 6-2 2-6 6-4, nos quartos Felix Balshaw por 6-3 2-6 6-3: dois jogos de três sets, ambos depois de ceder o segundo. Na meia-final superou Jerome Kym por 7-6(2) 7-6(3), vencendo dois tie-breaks com margem.
Martineau, por seu lado, chegou à final batendo Max Schoenhaus por 6-2 7-6(5), Sascha Gueymard Wayenburg por 6-3 6-4 e, na meia-final, Nicolai Budkov Kjaer por 7-5 7-6(4). Três jogos decididos em dois sets: nenhum dos adversários lhe tirou um set.
Para Martineau, de 27 anos, continua a ser uma semana para recordar. Com os 60 pontos da final sobe para 270 pontos, 222.º do ranking, e ganha 20 posições desde 9 de setembro. No ano passado, em Roanne, ficou pelas meias-finais, que valiam 36 pontos: melhora em 24 pontos no mesmo compromisso.
O confronto direto entre os dois está agora em perfeito equilíbrio: 1-1 em dois encontros. Mas Brunold é o jogador com mais embalo. Nos últimos dez jogos venceu nove e perdeu um; Martineau, no mesmo período, tem cinco vitórias e cinco derrotas.
Olhando mais para trás, Brunold venceu 13 dos últimos 16 jogos, com saldo de +10. Em Roanne 2025 ficou pelos quartos de final com 20 pontos: tinha 20 para defender e somou 100, pelo que o ganho líquido desta edição é de 80 pontos.
Tulln é o fio condutor da época de Brunold. No saibro austríaco tinha batido Gustavo Heide por 6-2 6-1 nos quartos e Vitaliy Sachko por 6-0 6-2 na meia-final, antes da final com Reis Da Silva. Em Biella, no Challenger 50 intermédio, caiu nos quartos diante de Carlo Alberto Caniato, 6-0 3-6 6-4, somando 10 pontos.
Os últimos torneios franceses de Martineau tinham sido irregulares. Em Mouilleron-Le-Captif perdeu na terceira ronda com Clement Tabur, 7-6(4) 6-7(5) 6-3; em Saint-Tropez, no Challenger 125, caiu nos oitavos frente a Daniel Masur, 6-3 5-7 6-3, depois de superar Tristan Schoolkate por 7-6(4) 6-7(6) 7-6(6). Roanne é o seu melhor resultado recente.
O torneio em números conta uma semana equilibrada. No quadro estavam 25 jogadores de nove nações. Foram disputados 23 jogos, com 13 tie-breaks e oito partidas decididas no set decisivo. Não houve desistências, mas houve um walkover: o de Dominic Stricker nos quartos, a favor de Kym.
O jogo mais longo do torneio foi Balshaw-Gauthier Onclin, 6-4 6-7(3) 6-4, num total de 33 jogos. Balshaw, depois eliminado por Brunold nos quartos, disputou assim dois jogos longos e muito disputados em poucos dias.
A França foi a nação mais representada, com 12 jogadores, mas ficou pela final de Martineau. A Suíça tinha cinco e um deles terminou com o troféu: Brunold. A Noruega, apenas com Budkov Kjaer, chegou às meias-finais.
O torneio perdeu cedo o campeão em título. Otto Virtanen, vencedor em 2025 com um 6-1 3-6 6-3 sobre Hugo Gaston na final, tinha 100 pontos para defender e caiu nos oitavos frente a Stricker, 7-5 5-7 6-3. Gaston, finalista no ano passado com 60 pontos a expirar, ficou pelos quartos diante de Budkov Kjaer, 6-1 7-6(7).
Nenhum dos dois finalistas de 2025 repetiu, portanto, o resultado. Venceu Brunold, que há doze meses tinha ficado pelos quartos, enquanto Martineau, meio-finalista em 2025, subiu um degrau.
O circuito Challenger recomeça como todas as semanas. Para Brunold, 187.º da ATP, trata-se agora de confirmar os resultados recentes e defender a posição acabada de conquistar; o ranking ao vivo do site mostrará como os pontos mudam de torneio em torneio.
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3 perguntas sobre o que você acabou de ler.
1. Com que resultado Brunold ganhou a final a Martineau em Roanne?
2. Quem ganhou o Challenger de Roanne em 2025?
3. Que lugar no ranking ATP alcança Brunold depois do título?